Rafael Monteiro
Conduz o desenho técnico dos projetos. Vinte anos construindo sistemas que precisam ficar de pé sob carga real.
Não crescemos em número para conseguir crescer em cuidado. Cada projeto passa por gente que entende o problema do início ao fim e responde pelo resultado.
Trabalhamos por anos dentro de empresas de tecnologia e em consultorias grandes antes de fundar a Eixo Infinito, em 2015. Em quase todo projeto, o mesmo padrão se repetia: sistemas entregues no prazo, celebrados na demonstração e abandonados meses depois, quando ninguém mais sabia explicar como funcionavam.
A causa raramente era técnica. Era a pressa, o escopo inflado, a vontade de impressionar com o que era novo em vez de resolver o que era real. Decidimos montar um estúdio onde a conta fosse outra: menos projetos, mais profundidade, responsabilidade sobre o que fica depois que a fatura é paga.
Hoje somos quatorze pessoas no escritório da Avenida Paulista. Atendemos empresas de logística, saúde, indústria e serviços financeiros — companhias que dependem de software todos os dias e não podem se dar ao luxo de recomeçar do zero a cada dois anos.
O nome resume a ideia. Um eixo é o que mantém tudo girando no lugar certo; o infinito é o horizonte de longo prazo com que escolhemos trabalhar. Construímos pensando em quem vai operar o sistema daqui a cinco anos.
Software é compromisso, não evento. O dia da entrega é o começo da responsabilidade, nunca o fim dela.
Conduz o desenho técnico dos projetos. Vinte anos construindo sistemas que precisam ficar de pé sob carga real.
Responsável por nuvem, automação e confiabilidade. Acredita que estabilidade se planeja, não se torce para acontecer.
Cuida da qualidade do código e da prática de revisão. Defende testes que dizem a verdade sobre o sistema.
Desenha os fluxos de dados e integrações. Transforma fontes dispersas em informação na qual a diretoria confia.
Aplica segurança ao longo de todo o ciclo. Trata a LGPD como requisito de projeto, e não como ajuste de última hora.
Mantém escopo, prazo e comunicação alinhados. É o ponto de contato que garante que nada se perca entre as áreas.
Preferimos dizer “ainda não” a entregar algo que não conseguiríamos sustentar com o nosso nome.Rafael Monteiro · Sócio
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